quanta ternura
2009-11-08 em 11/08/2009 07:18:00 PM
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à luz da Palavra
8Então o SENHOR disse-lhe: 9*«Levanta-te, vai para Sarepta de Sídon e fica lá, pois ordenei a uma mulher viúva de lá que te alimente.» 10Ele levantou-se e foi para Sarepta; ao chegar à entrada da cidade, eis que havia lá uma mulher viúva que andava a apanhar lenha; chamou-a e disse-lhe: «Vai-me arranjar, te peço, um pouco de água numa vasilha, para eu beber.» 11Ela foi buscar a água e Elias chamou-a e disse-lhe: «Traz-me também um pedaço de pão nas tuas mãos.» 12*Então ela respondeu: «Pela vida do SENHOR, teu Deus, não tenho pão cozido; tenho apenas um punhado de farinha na panela e um pouco de azeite na ânfora; mal tenha reunido um pouco de lenha entrarei em casa para preparar esse resto para mim e para meu filho; vamos comê-lo e depois morreremos.»13Elias disse-lhe: «Não tenhas medo; vai a casa e faz como disseste. Disso que tens faz-me um pãozinho e traz-mo; depois é que prepararás o resto para ti e para o teu filho. 14Porque assim fala o SENHOR, Deus de Israel: 'A panela da farinha não se esgotará, nem faltará o azeite na almotolia até ao dia em que o SENHOR mandar chuva sobre a face da terra.'»15Ela foi e fez como lhe dissera Elias: comeu ele, ela e a sua família, durante alguns dias. 16Nem a farinha se acabou na panela, nem o azeite faltou na almotolia, conforme dissera o SENHOR pela boca de Elias.
(1ºReis, 17, 8-16)
Nestes tempos, que são os nossos, em que o incitamento à riqueza e à acumulação de todo o tipo de bens, nos condiciona e impele, é consolador o elogio de Deus à pobreza e ao despojamento. Hoje Deus desafia-nos a um menos que nos é desconhecido e motivo de escândalo.
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rechaço do mito do trabalho como castigo
2009-11-04 em 11/04/2009 08:55:00 PM
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cristianismo - compromisso com a liberdade
2009-11-03 em 11/03/2009 07:31:00 PM
A pessoa humana, dotada de actividade livre e consciente, não pode fazer a vontade de Deus senão quando recebe a verdade divina através das exigências da sua consciência. Portanto ela não pode atingir o seu fim último senão formando prudentemente o juízo da sua consciência e obedecendo-lhe fielemente. Pela natureza das coisas, nenhum outro homem, nenhuma instituição humana podem substituir-se à consciência do homem que ajuíza livremente.
Mons. de Smedt, bispo de Bruges
Lido na 70ª Congregação Geral,
19 de Novembro de 1963
(destaque meu)
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confundidos
2009-11-01 em 11/01/2009 07:44:00 PM
O que devia ser a festa da unidade de todos os seres com Deus, tornou-se uma recordação da morte.
Somos fartos nas falhas de comunicação.
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